Acho que todo mundo aí acompanhou durante a semana as notícias daqui: na Índia, os ataques que mataram dezenas de pessoas em Mumbai; na Tailândia, bem menos violento, mas comprometendo todo a operação do aeroporto de Bangkok (o mesmo que utilizamos em Maio e em Julho).
Em tempos de crise econômica mundial, parece que o mundo vai ficando mais e mais "nervoso". Esses dois eventos não tiveram nada a ver com essa crise, mas é mais um ingrediente para a grande bola de neve que vem rolando montanha abaixo e crescendo a cada dia. Aqui na Coréia, felizmente, nada nesse nível. Mas muita coisa acontecendo internamente, decisões judiciais ridículas sendo tomadas e abalando a opinião pública (o que é bom, pois mostra que as pessoas estão ligadas e valorizando mais a sensatez). Hoje não dá tempo de escrever sobre isso, mas tentarei relatar aqui na semana que vem.
E o "Konglish" continua por aí. Pra quem não lembra, Konglish é o "Korean English", a forma como muitos coreanos traduzem seu jeito de escrever quase que literalmente para o inglês, ou o uso errado que fazem da língua inglesa (assim como há o "Spanglish", o "Portunhol", etc.). Já mostramos alguns exemplos de Konglish AQUI e AQUI.
Mas esse aqui abaixo é digno de nota. Foi um anúncio de promoção de verão do Lotte, a maior rede de lojas de departamentos e supermercados aqui na Coréia, além de produzirem produtos alimentícios, utensílios domésticos, e outras coisas mais. A idéia era escrever "Summer Beach Festival" ("Festival Praia Verão", ou algo do gênero) mas, na tradução, a palavra "Beach" foi trocada por aquela outra que todos nós conhecemos e que tem uma pronúncia muito similar, mas um significado MUITO diferente. E acabou ficando o "Festival Prostituta de Verão":
Dá uma conferida antes de fazer o anúncio, gente...
A temperatura tem caído, semana passada nevou brevemente e, agora, estamos na casa dos 4oC. Tudo indica que ficaremos com o clima frio a partir de agora, com casaco, cachecol, luvas, e toda a parafernália:
E atenção: não queira entrar numa briga com os coreanos. Principalmente, se for jogando baseball. Os caras ficam brabos, e olha só o que sai:
Na terra do Tae Kwon Do, você fica esperando uma briga DAS BOAS e, quando vai ver, os caras resolvem a treta numa disputa de saci!!!
Sábado que vem tem uma festinha prévia de Natal dos brasileiros (pois muitos vão viajar depois), com direito a comida, presentinhos, e tudo mais. E adivinha quem vai ser o Papai Noel...
Terça-feira passada fomos visitar o hospital onde teremos nosso bebê. Foi a 1a. visita pois, até então, estávamos apenas indo à clínica da obstetra. Dessa vez, a idéia era conhecer o local, conversar com o médico que fará o parto, ter contato com a equipe, checar as instalações, quartos, etc. . E essa visita fez com que a gente percebesse que, cada vez mais, a data está chegando. Mêda...
O hospital que escolhemos é o Soonchunhyang University Hospital, que fica no quarteirão em frente à nossa casa. Em termos de modernidade, infra-estrutura e coisa e tal, ele perde para hospitais mais "elegantes" de Seul (preferidos por 9 entre 10 estrangeiros e coreanos ricos). Porém, o que lhe falta em "beleza", é compensado pela simpatia e cortesia da equipe, o que, convenhamos, não é fácil de se encontrar no mundo médico na Coréia. Aqui, o médico reina absoluto, ninguém pergunta nada, esquema antigo. Você abaixa a cabeça, pega sua receita, e vai cuidar da sua vida.
Felizmente, conversando com a Giulia (que aparece numa das fotos aí embaixo), soubemos que a equipe desse hospital era diferente, e que o médico, Dr. Lee (claro, ou vocês esperavam um Dr. Souza? No máximo um Dr. Park ou Dr. Kim, oras...), era muito atencioso e conhecedor dos costumes ocidentais. E ele realmente nos recebeu muito bem, perguntamos várias coisas, dissemos que queríamos parto normal, que eu queria ficar na sala o tempo todo, que ia tirar fotos, que ela ia amamentar (sai pra lá com essa fórmula!), que ia dar banho, etc., e ele disse que não haveria problema algum, podíamos fazer tudo isso, e que o parto só não seria normal caso houvesse algum risco. Que diferença dos médicos folgados ou mercenários do Brasil.
A seguir, fomos ver os quartos, a sala de parto e as demais dependências. Comparar esse hospital com a Maternidade do Hospital São Luiz, por exemplo, é como comparar chocolate Dizzioli com chocolate Godiva. O hospital é pequeno e simples, nada de ostentação ou decoração chiquérrima. Mas é limpo, organizado e, como mencionei acima, a equipe é extremamente simpática e educada. Apenas uma das garotas falava inglês, mas ela foi muito atenciosa e nos mostrou tudo e explicou como proceder. Ora, pra quem frequentou o Hospital São Caetano no passado, o Soonchunhyang está mais do que adequado. E, para nós, mais vale ter uma boa equipe num local simples do que um médico de nariz empinado em um Shopping Center Robocop disfarçado de hospital.
Enfim, ficamos satisfeitos, e decidimos que será lá que a pequena ?????? (ainda não escolhemos o nome dela...) irá nascer. Seremos eu, Selma, e a coreanada. Aliás, nem vai precisar de fitinha de identificação no pulso: acho que vai ser MUITO fácil identificar um bebê ocidental cabeludo no meio de um monte de coreaninhos...
E, com isso, nossa amiga Kristin resolveu fazer hoje uma espécie de almoço com "chá-de-bebê" juntando os amigos gringos daqui. Foi muito legal, ganhamos vários presentes, e pudemos passar um tempo com essa turma tão diversa e interessante que são os estrangeiros mais chegados nossos aqui. Aliás, eu diria que esse é um dos grandes benefícios de um trabalho fora do país: a possibilidade de interagir com outras culturas, conhecendo seus hábitos, suas manias, suas línguas, seus pensamentos e, obviamente, ter a chance de mostrar um pouco do Brasil pra esse pessoal que só houve falar de carnaval e futebol:
- a colombiana Maria Inês e seu marido argentino-alemão Andreas, o sueco Johan, a coreana Migu e seu namorado (que eu não lembro o nome):
- o casal estadunidense Dave e Kristin, o australiano Frank (meu colega de Squash) e a espanhola Laura:
- a alemã Kirsten e seu marido Peter, a italiana Giulia e os australianos Tanya e Ben:
- e nossos amigos, os também australianos Guy, Jeanette e o pequeno Oliver (nascido aqui na Coréia):
O bolo tava muito bom:
Pois é, a previsão é para o meio de Janeiro, bem no meio do invernaço coreano. Apesar que tem gente que acha que falta menos, considerando o tamanho da barriga. Acho que vai ser uma meninona:
Semana passada o presidente coreano Lee Myung-Bak passou aí pelo Brasil, não? A idéia é tentar incentivar mais a cooperação entre os dois países. Por enquanto, tá fraco. Aqui, só há cerca de 320 brasileiros registrados em toda a Coréia, que são, basicamente, pessoal de empresas, jogadores de futebol e modelos. Tem que trazer mais gente:
A Selma está a todo vapor escrevendo nos outros blogs. Acessem sempre o Iacobus e o Gonadotrofina no Paralelo 38. Até ajudou no vestibular, não foi, Marília???
Pra fechar, um vídeo muito legal que um professor de inglês gravou aqui, com seus aluninhos coreanos. A música é sobre o Kimchi, os vegetais fermentados que são o prato principal da Coréia, que já falamos AQUI. É um vídeo curtinho, com a letra feita pelas crianças. Cliquem AQUI e vejam (não dá pra colocar o vídeo, pois o código não foi disponibilizado, então, tem que clicar AQUI).
No post anterior comentamos a respeito do rigor no estudo, nas longas horas na escola, na vida que os alunos levam.
Como se não bastasse isso, uma coisa muito comum aqui nas escolas da Coréia é o castigo na base da surra. Os professores descem a lenha nos alunos e, por incrível que pareça, a maioria dos pais apóia essa atitude como forma de "educação". Afinal de contas, eles apanharam, os avós apanharam...natural que os filhos também passem por isso:
Com certeza, é algo revoltante de se ver. Claro que há alunos(as) que às vezes ultrapassam os limites mas, sinceramente, castigo corporal (no caso, varas de bambu, bastões de madeira, ou mesmo socos e tapas) é ultrajante:
O que os professores esquecem é que, na era digital, todo mundo tem um celular com câmera. Então, muitos deles estão com suas caras expostas no YouTube e outros sites coreanos. Mas o problema é que ninguém (autoridades) se preocupa em fazer nada, pois essa forma de punição faz parte da cultura coreana:
Esses professores foram identificados. Mas se alguém aí acha que as escolas os demitiram, engana-se. No máximo, uma advertência. E a vida continua, não importando a idade do aluno. Como esse professor valente aqui embaixo, batendo em crianças pequenas:
Ou que tal essa professora insana que surrou a aluna pois ela estava tossindo alto na classe:
E o que é triste é que os poucos alunos ou pais que têm coragem de denunciar essas barbaridades são obrigados a esconderem seus rostos na TV, com medo de retaliação ou mesmo de sofrerem mais abuso na escola ou na comunidade.
Recentemente, li alguns artigos nos jornais e blogs, onde pais estão se organizando a fim de tentarem acabar com isso. Gente com outra cabeça, com mentalidade mais humana, que entendem que o castigo não precisa ser dessa forma. Há outras maneiras de educar, não necessariamente nesse esquema humilhante.
Quero ver o dia em que um aluno vai se encher e revidar. A vida escolar dele pode acabar aí, mas que será uma lição para a sociedade, será.
E, sarcasmo à parte, isso me lembra - não sei porquê - a Coréia do Norte e seus campos de concentração, ou de ação "disciplinar e corretiva". Muita gente nos escreve perguntando se está tudo bem aqui por causa do pessoal do Norte e tal mas, sinceramente, acho que temos que ter mais pena do que medo da Coréia do Norte e seu "amado líder". Ultimamente, eles estão fazendo barulho, dizendo que vão fechar a fronteira definitivamente, bla-bla-bla...bem, independente de qualquer coisa, vale a pena ver esse engraçado comercial chinês que retrata um certo país e seu ditador:
E pra quem quiser conhecer um pouco mais da realidade norte-coreana, o link abaixo traz fotos fantásticas de lá (tiradas em 2008). Clique AQUI, pois vale a pena!
Nesse final de semana visitamos o "Seoul Forest", um parque aqui perto de casa. Um dos sites de turismo da Coréia o considera o "Central Park de Seul"...bom, não conheço o Central Park de Nova Iorque, então não posso falar nada. Eu diria que está para um Parque do Ibirapuera...e, pra mim poderia ser, simplesmente, o "Seoul Forest" com sua identidade particular. Afinal de contas, é um parque legal, não precisa ficar comparando:
O parque é bem voltado à ecologia e introdução à Natureza para crianças, com horta, mini-fazenda, etc.:
Uma das atrações principais são os cervos e veados, onde as crianças podem dar comida na boca deles. A molecada fica maluca:
Há bons lugares para se caminhar, e com a temperatura em torno dos 17oC, fica atá agradável:
E o Outono aqui é pra valer, com as árvores mudando de cor e tornando a paisagem mais interessante ainda:
Um lugar que vale a pena passar umas horas. No frio que está chegando, não. Mas Primavera e Outono, sim. Ano que vem tem mais.
E, infelizmente, os suicídios não param. No final do mês passado, um garoto de 10 anos se matou. O bilhete dele dizia: "Mãe, pai, estou cansado de viver neste mundo, então estou me matando. Vivam bem". Segundo a polícia, antes disso o menino havia chorado muito na sala de aula, após ver que suas notas estavam piorando. A notícia pode ser lida AQUI.
O que deve estar se passando na cabeça desses pais, eu não sei: espero que estejam genuinamente arrependidos de forçarem tanto seu filho. Já falamos brevemente sobre a educação na Coréia aqui, um sistema opressivo e que nem sempre gera mentes brilhantes, mas pobres robôs programados para obedecerem ordens. Se alguém aí já trabalhou em empresas coreanas sabe do que estou falando.
Os pobres dos alunos além de irem à escola ainda são forçados a frequentarem os Hagwon, que são escolas particulares, a maioria de reforço. Escola de dia, Hagwon à noite. "Noite" entenda-se 23h, meia-noite...estudo, decoreba, bitola. Nada de criatividade, somente ler, decorar, passar na prova, entrar na faculdade. A partir daí, os pais lavam as mãos, e fica por conta dos autômatos.
Se quiserem ler mais sobre isso, cliquem AQUI. A Coréia ficou em 24o lugar no grupo dos 30 países da OECD em termos de eficácia nos estudos. Alguns trechos da matéria:
"Lee, 17 anos, uma garota do segundo ano em um colégio de Seul terminou seu dia na escola, jantou, e foi para o hagwon. Terminando lá, foi para a sala de estudos até meia-noite, e foi para casa. Um dia típico para ela é passar 13 horas nas escrivaninhas. Ela diz, "há várias ocasiões onde eu sonho em fazer outras coisas, mas se eu não sentar nessas mesas, não serei bem-sucedida. Agora, sou a 1a. aluna da minha classe, mas não sei como me sentirei estudando na faculdade".
"Experts dizem que há sérias preocupações, que o excessivo investimento em educação elementar, fundamental e médio e estudo voltado para a admissão em faculdades, está enfraquecendo a competitividade e falhando em produzir habilidades criativas."
"...alunos coreanos em 14 universidades estadunidenses incluindo Harvard desistiram dos cursos, (...) estudo indicou que apesar de eles irem muito bem no exame de admissão, geralmente eles não conseguem lidar com as formas ativas e criativas de estudo necessárias nessas escolas."
Repito: essa é a realidade nas empresas. Com raríssimas exceções, a criatividade é escassa. São excelentes para seguirem diretrizes, fazem tudo com perfeição. Mas, infelizmente, o "pensar fora da caixa" ainda está longe de se materializar. Isso pode ser bom e ruim ao mesmo tempo, dependendo do ramo em que se atua (ou da época). Foi importante para a construção da Economia (há 20 anos atrás), estancou, e agora é a hora da criatividade e inovação.
Detalhe: as famílias com mais dinheiro estão enviando seus filhos para o exterior, a fim de frequentarem outras escolas e expandirem seus horizontes. O que acontece depois é que eles(as) não querem voltar. Ou seja, há esse êxodo com a finalidade de gerar uma mão-de-obra mais qualificada, só que essa turma não volta depois. Ora, depois de experimentarem a liberdade, o pensamento livre e a ausência de hierarquia, não sentem vontade alguma de voltar para o esquema anterior. Sem dizer que muitos(as) acabam arrumando namoradas(os) e ficam por lá mesmo (para desespero dos pais e mães coreanos, os famigerados "Adjossis" e "Ajummas").
E 2 semanas atrás encontrei com um grupo de coreanos nos EUA que já disseram: quanto mais pudermos ficar por aqui, melhor. É bom que os órgãos competentes façam algo, ou a nova geração vai fazer carreira fora e um abraço...
Pra fechar, mais um comercial coreano: esse, é da "Show", um serviço de telefonia celular que dava ingressos grátis de cinema quando você contratava o serviço. A menina achou que tinha que fazer um "show", e dá no que dá. Foi uma febre por aqui:
Vejam a foto abaixo e tentem dizer o que há de "estranho" nela:
Se disseram "as letras esquisitas no caixa", erraram. Agora, se observaram os sacos de papel na parede ao lado, acertaram.
Os sacos de papel aí ao lado do caixa são, simples e somente, para você guardar o dinheiro que você saca. Caso você saque uma quantia muito alta que não cabe na carteira, tudo bem: você coloca nesse saquinho e vai embora. Claro que, antes, você pode sair do banco contando as notas e, depois, no meio da rua, guardá-las no dito cujo. E não precisa pôr na bolsa, não: pode ir com ele na mão. Afinal de contas, ninguém vai te assaltar, te seguir, nada. Segurança aqui é algo real, e não existe a preocupação do roubo. No Brasil podia ser assim...
E existe uma razão para os saques altos: aqui na Coréia não se trabalha com cheques. Paga-se ou com dinheiro, ou com cartão. No caso dos estrangeiros, como é muito difícil conseguir um cartão de crédito (não é impossível, mas pode ser cansativo o processo), normalmente tudo se paga com dinheiro. Além do que, conseguem-se mais descontos quando não se usa o cartão, então, para os coreanos também às vezes é vantagem.
O problema é que as cédulas aqui não possuem denominações muito altas. Só há 3 tipos:
. 1.000 Won (aprox. US$ 0.77)
. 5.000 Won (aprox. US$ 3.8)
. 10,000 Won (aprox. US$ 7.7)
Obs.: o Won coreano desvalorizou cerca de 50% desde o começo do ano (em relação ao US$). Antes, cada 1.000 Won equivaliam a cerca de US$ 1.07.
Digamos que você vai comprar, por exemplo, um móvel (uma mesa de escritório a 250.000 Won). Você vai ter que sacar 25 notinhas de 10.000 Won. Se for comprar uma TV de plasma Samsung de 42", vai sacar umas 120 notas (mais ou menos 1,200,000 Won, ou US$ 920). E por aí vai. E tem que usar o saquinho (a menos que sua carteira seja que nem aquelas "capangas" que nossos pais usavam nos anos 70...).
E pra quem me perguntava se tinha Fanta Uva na Coréia, a resposta é SIM! Tem Fanta Uva aqui, no Japão, na Ásia em geral. A fórmula é ligeiramente diferente, mas a deliciosa espuma azul é a mesma! Digna de fã-clube!
No ano passado tinha uma versão "Fanta Brasil". Nada a ver, o comercial era uma tristeza (dá pra imaginar a coreanada sambando), mas ficou a pergunta: porquê a Fanta Uva foi associada especificamente ao Brasil? Acho que foi uma homenagem a nós, brasileiros amantes da inigualável e incomparável Fanta "a melhor de todas" Uva:
Essa semana que passou não teve muitas novidades, e estive viajando. O bom é que consegui trazer bastante coisa pra nenê, já que nos EUA os preços são ridiculamente menores que no Brasil e na Coréia. Pra quê pagar R$ 8,00 num body de recém-nascido (que vai durar 2 semanas), se dá pra pagar US$ 2,00 num da Gerber? É impressionante a forma como abusam no Brasil, com preços totalmente fora da realidade. Mesmo para quem não tem a oportunidade de viajar para os EUA, acho que ainda fica mais barato comprar on-line e entregar no Brasil. A diferença é absurda.
E para quem gosta dos vídeos que eu coloco aqui, aí vai mais um comercial coreano de algum tempo atrás, dessa vez, de sorvete. É engraçado:
This Traveler IQ was calculated on Tuesday, February 24, 2009 at 01:05PM GMT by comparing this person's geographical knowledge against the Web's Original Travel Blog's 3,717,512 travelers who've taken the challenge.